José Guimarães

Obras do Artista

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De seu nome completo José Maria Fernandes Marques, adoptou o pseudónimo artístico de José de Guimarães, como homenagem à terra que o viu nascer. Primogénito, oriundo de uma família conservadora, católica, de classe média, nasceu no dia 25 de Novembro de 1939.

Realizou os seus estudos elementares na cidade de Guimarães, tendo completado o ensino secundário na cidade de Braga. Em 1957, ingressou na Academia Militar, arma de Engenharia, tendo complementado os seus estudos universitários na cidade de Lisboa. Obteve a licenciatura em Engenharia no ano de 1965. Nos últimos anos da década de 50, obtém bases técnicas, que se juntam aos seu talento natural, através de lições de pintura com Teresa de Sousa, de desenho com Gil Teixeira Lopes e ainda de gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Em 1967 inscreve-se no curso de Arquitectura da E.S.B.A.L. e em 1968 volta a ganhar o primeiro Prémio de Gravura no Salão de Arte Moderna da Cidade de Luanda.

Além das exposições realizadas em território nacional, expõe na Bélgica, por diversas vezes, nomeadamente nas cidades de Gand, Antuérpia, Kumrne, Malines, Child, Saint-Martine e Ostende. Surgem frequentes referências à sua obra na Europa, nos Estados Unidos da América e Canadá, assim como numerosos artigos em jornais de arte. Em 1978, a Fundação Calouste Gulbenkian lança uma exposição dedicada ao tema «Rubens e José de Guimarães». No ano 1979, em Antuérpia, é editado um livro sobre a sua obra, com textos de Marcel van Jole, José Augusto-França, Remi de Cnodder, Fernando Pernes, entre outros. Em 1980, ganha pela 2ª vez a medalha de bronze do «Prix Europe de Peinture de la Ville de Ostende».

A década de 80 é passada entre Portugal e a Europa, em diversas exposições sobre o seu trabalho, e tanto o Estado Francês, como o Estado Belga adquirem-lhe diversas obras. Várias das suas exposições neste período são submetidas a um tema comum. De Milão, passando por Paris, Madrid, Antuérpia e Portugal, o pintor José de Guimarães não tem mãos a medir – o seu trabalho é reconhecido internacionalmente e não só participa em exposições como vê serem editados livros sobre a sua obra, escritos por famosos críticos de Arte como Salette Tavares, Álvaro de Magalhães, Cesário Rodrigues-Aquilera, Fernando de Azevedo, José Augusto-França, Fernando Pernes, entre outros.bEm 1990 é-lhe concedido pelo então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique e vê várias das suas peças serem adquiridas por importantes instituições ou reproduzidas em cartazes, credifones, t-shirts, etc..

Em 1995, vive e trabalha em Lisboa e Paris.

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